Nome dela já tinha sido citado em documentos de investigação.
A ação foi batizada de 3ª fase da Território Livre e recebeu o nome de Sementem. A investigação apura um suposto esquema de aliciamento violento de eleitores.
Tereza Cristina atuaria como secretária particular de Lauremília.
O nome de Lauremília já tinha sido citado em documentos da Polícia Federal. Em transcrições da PF, atribuídas a outras pessoas investigadas, ela era apontada como alguém que decidiria sobre a indicação de cargos na prefeitura de João Pessoa.
Os cargos, conforme as investigações, eram solicitados por pessoas ligadas a grupos que mantêm o controle sobre comunidades da cidade. Em troca essas pessoas ofereceriam facilidades de acesso às comunidades.
A filha de Lauremília, Janine Lucena, também já tinha sido alvo de busca na Operação Mandare.
Jornal da paraíba.
